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terça-feira, 4 de abril de 2017

Os 13 Porquês | Veredito

Essa série basicamente conta sobre os 13 motivos de Hannah Baker ter se matado, e esses porquês são associados a pessoas, pessoas que a abalaram muito. A serie aborda os temas Bullying, Estupro, Violência, Imprudência e consciência de todos esses acontecimentos.
Quando você começa a serie tudo o que quer saber é o que o Clay fez para estar na lista, mas com o passar dos episódios e dos motivos você começa a se envolver com a Hannah e começa a pensar “Como alguém consegue aguentar tanto?”. E começa a associar os acontecimentos da série com coisas que acontece com você e com seus conhecidos, e então você vê todos esses acontecimentos com outros olhos e entende que apenas observar, te torna um agressor também. Tenho certeza que algumas pessoas se identificaram com a Hannah mas como vimos, pequenos atos já nos tornam agressores, virarmos o rosto quando alguém caçoa alguém, entrarmos na “brincadeira” que percebemos que a pessoa não está gostando, compartilharmos fotos humilhantes sobre outras pessoas, encobrirmos qualquer tipo de agressão, são pequenos atos que mostra quem realmente somos e como deixamos as coisas acontecerem sem nos tocar pelo que a pessoa que está sofrendo está passando, sem ligarmos para as outras pessoas e só nos importarmos conosco.

Para mim essa séria deveria ser apresentada em todas as faculdades de psicologia, em todas escolas e vista em casa por todas as pessoas de todas as idades, o modo como os produtores da série apresentaram os acontecimentos com um nível muito alto de realidade e realmente mostrarem o que Hannah passou, a maneira como é gravada a cena do suicídio mostrando como a garota sofreu em todo o momento de sua morte, como pra ela, ela já estava acabada e e não tinha mais ‘volta’. Essa é uma serie que deveria ser discutida, divulgada, enaltecida e se tornar modinha, para que todos vissem e percebessem que seus atos não atingem somente a você mas todos a sua volta, e que percebessem que a várias Hannahs por ai só querendo ser ouvida e entendida.

terça-feira, 28 de março de 2017

Personalidades: Arya Stark – Game Of Thrones

Personalidades: Arya Stark – Game Of Thrones
A Arya desde o início já mostrava que seria um personagem que mudaria ao longo da série, mas MEU DEUS, ela se transformou completamente, já estamos na 6ª temporada e ela foi de garota que não se identifica com “coisas de garota” para uma assassina a sangue frio. (CONTÉM POSSIVEIS SPOILERS CASO NÃO ESTEJA ATUALIZADO COM A SÉRIE)
Quando você começa a serie você olha pra Arya e não da nada à ela, terceira filha de Eddard Stark e Catelyn Stark com apenas 9 anos de idade; mas ai você cria laços com a personagem e fica com dó dela por ninguém entender ela, fica feliz quando vê ela feliz recebendo Agulha de Jon, acompanha seu sofrimento caçando gatos em King’s Landing (Porto Real), fica triste quando vê o Sírios morrendo, quando ela conta ao Ned que tem gente armando pra ele mas ele não dá ouvido e quando ele morre e ela vira o menino Arryn e sofre no caminho para a muralha que acaba não sendo concluído graças ao Montanha e o Lorde Tywin, e ela tem de novo seu nome trocado, e vira Doninha, e cria sua lista de quem irá matar, daqui em diante Arya começa a sua transformação.
Em Harrenhal, ela conhece sobre o Deus Vermelho e sobre os Homens Sem Rosto, e aprende as palavras VALAR MORGHULIS, mas essa parte some um pouco da série, e depois de um tempo encontra o Cão, que vira seu companheiro de viagem momentâneo e à ensina um pouco sobre como lutar e sobreviver com nada, mas com o decorrer dos acontecimentos ela o abandona e segue sua jornada para encontrar os Homens Sem Rosto. Chegando em Braavos ela é levada a um ‘Templo’ onde é treinada e ensinada a como ser um Homem Sem Rosto, mas quando ela finalmente está pronta para se tornar um, ela decide voltar a sua família e vingar seu irmão, trazendo junto umas das melhores cenas com morte da série, quando o Lorde Frey está comendo sua torta e pergunta sobre os filhos, ela mostra que no recheio da torta estão os filhos e vemos um dedo em meio a comida e acabando com o Lorde morrendo com um corte na garganta como Catelyn Stark, mãe da Arya.

Assim acaba a história da Arya até a 6ª temporada, espere atualizações.

segunda-feira, 27 de março de 2017

A Bela e a Fera | Veredito

Um filme que todos nós estávamos ansiosos para ver, baseado na linda animação da Disney A Bela e a Fera, o filme, com o mesmo nome, teve uma maravilhosa bilheteria mundial de US$428 milhões, superando todas as outras versões juntas (US$ 425 milhões) isso só em 5 dias de estreia.

Um dos filmes mais esperado do ano, com uma fidelidade imensa à animação rendeu muitos sorrisos, choros e a maravilhosa emoção de nostalgia para os espectadores que foram ao cinema. Para os adultos de plantão que viram a animação em sua época de lançamento e conferiram a igualdade do filme com a animação sentiram o mesmo arrepio que eu quando vi.

Uma coisa que me deixou impressionada com a obra foi os figurinos e os jeitos/modos dos personagens que ficaram quase iguais, aquele Gaston todo arrogante e cheio de si ficou simplesmente perfeito, e rendeu ótimas cenas engraçadas com o polemico Lefou, o modo como a Bela só quer ser ela mesma, como ela apenas se sente completa pela Fera, é lindo de se ver (chorei com a dança deles no salão).

As únicas diferenças entre o filme e a animação são partes em que se fala mais sobre a família da Bela, explicando sobre sua mãe e o motivos do pai ter ido para a vila, algumas musicas diferentes mas se eu não me engano é só uma; Temos que ter em mente que o filme tem 2H09Min e a animação 1H20Min, com toda a certeza acrescentariam algumas coisas, o que não tira o mérito que o filme tem que levar por ser muito fiel. 

Sentimentos são como uma canção para a Bela e a Fera...